MATA-SE OS MARIDOS E FICA-SE COM AS SUAS MULHERES: GENERAL EUSÉBIO E CARLA KATIVA- FERNANDO VUMBY



É TRADIÇÃO CALEJADA  NO SEIO DO MPLA ?


E assim nasceu e se forjou uma relação de amor com sangue e lágrima entre este tipo semi psicopata aqui na foto e a dita cuja de cú quente Carla Kativa. 


Faz tempo que estou a contabilizar quantas mulheres, algumas até nossas conhecidas e amigas do tempo ainda colonial, irmãs dos nossos amigos e conhecidos.


Tantas que ainda estou longe de saber o número exato para vos apresentar. 


As que só caíram de paraquedas nos braços de alguns chefões depois que lhes liquidaram os namorados, noivos ou mesmo maridos.




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Mas hoje o assunto é este romance que vai fazer ainda qualquer dia um desses dois sonhar com o diabo a lhes enfiar da fornalha com pregos no cú quando um dia o remorso lhes tomar conta.


ROMANCE DE AMOR  FORJADO NO SANGUE E LÁGRIMAS

 

Quando o general Eusébio chegou ao  Kuando Kubango ainda como comandante na altura, muitos jovens começaram a desconfiar.


Que o pilantra meio psicopata tudo faria para  estrangular  o relacionamento de Carla Cativa com Kito  seu marido, um capitão na altura subordinado deste. 


Assim, como todo o  psicopata faz, o general Eusébio não fugiu  à regra gulosa de quem come todas. 


E não poupou a dama bem boa do outro que era seu subordinado e que dependia dele. 


Mas antes de lançar a isca para ver a senhora mergulhar nos seus braços sujos de sangue e sarna. 


Mesmo sabendo que a Carla estava numa relação que todos consideravam felizes, o general esfregava sempre as suas mãos de contente certo que pisaria o relvado bem verde e fresco da Carla. 


Mas verdade se diga, a Carla também, mesmo estando numa relação mal deu conta da isca.


Começou a dar sinais de que não queria perder a oportunidade ainda que fosse para ser usada como trapo sujo e sem valor, e já se portava como uma Maria Rasgadora que facilitou o trabalho ao general.


Ela  já dava em excesso passos maiores do que as suas pernas como quem já sentia o bicho carpinteiro lhe farfalhando o corpo


E já tinha uma língua maior do que as suas tetas, como quem queria dizer, agora que o meu barão é o manda chuva estou fixi da vida tipo tinha ganho na lotaria.


O general Eusébio estudou todos os planos possíveis para manter o mais  longe o seu subordinado.


Na altura esposo de Carla Kativa de quem já se desconfiava era mesmo já a merenda do general que esfregava suas mãos de contente pela mulher do outro.


Eusébio elaborou todos os seus planos levando em consideração até o mais pequeno detalhe  para afastar definitivamente a Carla Kativa do seu marido.


Ainda que  tivesse que eliminá-lo, mandar eliminar ou deixar morrer como veio acontecer.


Eusébio mandou-o  para uma zona em missão de serviço nos confins do Kuando Kubandoe.


É este acabou por morrer  de forma estranha que num país governado por gente séria daria um verdadeiro inquérito mas como é tradição partidária tudo fica entre amigos do peito.


Eusébio tinha tomado posse  como governador provincial fez da Carla Kativa sua vice depois de lhe dar um filho.


E ela lá continuou  dando sua graça, o seu show como dama do fulano.


Numa felicidade fingida  e sem remorso como se nada de mal tivesse acontecido na sua vida para ter uma relação com quem tudo fez para lhe tirar o marido. 


Este caso da Carla Kativa se tudo bem somado é apenas uma gota, práticas como essa já vem de longe. 


Agora mesmo estou a recordar-me de outros casos , o mais arrepiante foi quando mataram o marido de uma amiga  que me implora para nunca citar o seu nome.


Depois de detido no fraccionismo, ainda assim o assassino queria  matar a filha ainda bebe.


Na altura por ai com 3 anos de idade desconfiado que a criança pudesse nunca esquecer o que via e andou a usar sexualmente a senhora até mesmo por aí Setembro de 1977.





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