Esse, sim! - Graça Campos


 

Como agora se diz, gente estudada, culta e, acima de tudo, patriótica é outra coisa.

Governos provinciais e o próprio Ministério da Agricultura e Recursos Florestais têm reagido com olímpica indiferença a “toneladas” de denúncias de devastação das nossas florestas por parte de empresas chinesas.

No Bengo e no Moxico, para apenas citar essas duas províncias, extensas áreas de terra ficaram completamente “carecas” por acção” directa de chineses - com óbvia cumplicidade de angolanos - que não poupam nem o tipo e nem a característica de qualquer árvore.

No oceano de indiferença que tem pautado a actuação de “quem de direito”, o Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás marcou uma diferença ao reagir, com notável celeridade, à denúncia de que, para não variar, chineses estão envolvidos até ao “tutano” numa desenfreado  exploração de minérios na costa marítima do Namibe.



Fisioterapia ao domicílio com a doctora Odeth Muenho, liga agora e faça o seu agendamento, 923593879 ou 923328762


Numa nota do seu Gabinete de Tecnologias de Informação e Comunicação Institucional, o ministério encabeçado por Diamantino de Azevedo não apenas se demarca totalmente da actividade ilícita que empresas chinesas exercem na orla marítima de Moçamedes, como diz já ter “solicitado  os bons ofícios das autoridades provinciais da província no sentido de ser suspensa imediatamente a actividade” que periga o equilíbrio ecológico na costa marítima local. 

“Convocado”, o governo capitaneado por Archer Mangueira seguramente não se fará rogado, dando a competente luz verde à Polícia e outras instâncias para travarem imediatamente a depredadora actividade dos chineses. Melhor mesmo é que as autoridades locais os ponham a correr da província, antes de se virarem para outras áreas. 

Está cientificamente comprovado que o crescente aluimento de terras, que gera cada vez mais gigantescos ravinas em todo o país, não é alheio à feroz devastação das nossas florestas e de inertes, levada a cabo por chineses em conluio com angolanos bem colocados.

Se levada a fundo, qualquer investigação descobrirá que os chineses não caíram de pára-quedas no Namibe. Alguns angolanos lhes mostraram o caminho e autorizaram a actividade.

Conclusão: se Angola merecesse réplica de alguém, esse seria um ministro como Diamantino de Azevedo. Com “replicas” como ele, os chineses já teriam, há muito, perdido o hábito de tomar Angola como um município da China. Aliás, é improvável que alguma vez eles tomassem o costume de devastar o nosso país.

Diamantino de Azevedo, sim, merece réplicas, tréplicas e o que for necessário, e não aquele que permitiu que os “chinocas” tomassem os angolanos como seus tapetes.




Lil Pasta News, nós não informamos, nós somos a informação 

Postar um comentário

0 Comentários