Atletas da RDC estão usar o futebol angolano para conseguirem “visto” para europa



Com a fuga premeditada do avançado congolês democrático contratado pelo Bravos do Maquis ao Motema Pembe da RDC, levanta-se a hipótese de estar-se a nascer uma rede de jogadores que aproveitam-se do futebol angolano para a posterior conseguirem visto para a europa.

O recente caso aconteceu com Ikanga Lombo Kapela, jogador do Bravos do Maquis, que horas antes do jogo frente ao Petro de Luanda, pontuável para a primeira jornada do Girabola 2022-23, abandonou o resto do grupo no hotel para supostamente procurar uma refeição de sua preferência, segundo avançou um dos dirigentes da equipa maquisarde à Angop.


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«Foi nessa altura que o Ikanga desapareceu. O objectivo do avançado nunca foi jogar pelo Bravos do Maquis. Mas usar o clube do Moxico como caminho para conseguir visto para a Europa».

A fonte da Angop disse que o jogador voltou à RDC, uma informação confirmada pelo pai e agente do jogador de 24 anos de idade.

Entretanto, o vice-presidente para o Futebol do Bravos do Maquis, José Barracas “Zé Barracas”, refutou a informação, afirmando que o jogador está em Luanda a tratar “questões administrativas” razão pela qual ainda não está a treinar com o “grosso do grupo”.

O FC Bravos do Maquis contratou 16 jogadores para a presente época, visando “atacar” o Girabola e a Taça de Angola. Na primeira competição, a principal do país, o Maquis pretende atingir o quinto lugar.

Recorde-se que em 1998, Agó, médio congolês democrático contratado pelo 1º de Agosto, também havia fugido para a europa nas mesmas condições.




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