Administrador da centralidade do Kilamba Murta Marta é especialista em vender terreno dos camponeses



A ocupação ilegal de terrenos infra-estruturados, em particular em reservas fundiárias do Estado, continua a ganhar corpo na província de Luanda, constituindo-se, nos últimos meses, num “apetecível” negócio que envolve, vezes sem conta, vários dirigentes do u país. 



Nestas práticas envolvem-se, quase que diariamente, centenas de indivíduos de vários estratos sociais, muitos deles representantes do aparelho do Estado (fiscais), das Forças Armadas Angolanas, da Polícia Nacional e até mesmo das comissões de moradores legitimamente eleitas.

Apesar do reforço das medidas de fiscalização, por parte das autoridades municipais, é comum assistir,  nos dias de hoje, conflitos constantes nas reservas fundiárias, entre os gestores locais e os invasores.



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Dados do Governo Provincial de Luanda, a que o Lil Pasta News teve acesso, indicam que os municípios de Cacuaco, Belas e Viana são, actualmente, aqueles com maiores casos de ocupação desordenada e venda ilegal de terrenos nas reservas fundiárias do Estado, reservados para projectos sociais.



Por exemplo no município de Belas, vários Campones acusam o administrador do distrito urbano do Kilamba, Murtala Marta, de liderar uma rede que invade e vende terreno dos camponeses nesta localidade.



Maria Filho Wila, camponesa e proprietária de um espaço de um hectare e meio, há mais de 30 anos, diz que o seu terreno foi ocupado por pessoas que estariam, supostamente, em nome da Administração do Kilamba.



O Lil Pasta News ouviu os moradores dos casebres que ficam ao redor do pavilhão multiuso da centralidade do Kilamba, e todos afirmam que compraram os terrenos em pessoas que vieram em nome do administrador Murtala Marta.



Tentamos ouvir a versão de Murtala Marta, até o fecho desta matéria não obtivemos resposta.




Lil Pasta News, nós não informamos, nós somos a informação 

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