O acordo tácito entre a SONANGOL, a ENDIAMA e Segurança da Presidência da República



O processo denominado pelo Presidente José Eduardo dos Santos de "acumulação primitiva de capitais", foi iniciado pela parceria da SONANGOL, UEE com a Segurança de Estado, nos anos 90, com a nomeação de Joaquim David para dirigir a primeira empresa e de Fernando Miala como substituto de Zé Maria na Segurança da Presidência da República. Decidiram implementar uma engenharia financeira complicada e pouco transparente, utilizando a lei do fomento empresarial, porque nem a SONANGOL, nem o Gabinete de Segurança da Presidência da República, nem o Ministério da Defesa, durante muitos anos prestaram contas anualmente sobre o orçamento extraordinário e sempre gozaram de autonomia financeira. 



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Nessa base, usaram o mesmo modelo que o ANC utilizou para o efeito, usufruindo do dinheiro da receita do petróleo, dos diamantes, garantias soberanas do Estado, terrenos propriedade do Estado, minas, poços de petróleo e de outras empresas estratégicas do Estado, a favor de um grupo restrito  de escolhidos, esperando o retorno que nunca chegou.



In "UMA VIDA DE LUTA", Maria Luísa Abrantes.




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