Combate à corrupção de pimpa: IGAE nos últimos 4 anos só conseguiu recuperar 14 edifícios em Luanda



O Estado angolano recuperou 14 edifícios em Luanda, seis vivendas, lojas, escritórios, terrenos e mais de 500 viaturas em posse abusiva de antigos titulares de cargos públicos, entre outros bens, de 2017 até à data, no âmbito das acções de carácter inspectiva e pedagógica desenvolvidas pela Inspecção Geral da Administração do Estado (IGAE).

Segundo o Inspector Geral da IGAE, Sebastião Gunza, que falava na sétima edição do CaféCIPRA sobre o "Combate à corrupção e a recuperação de activos", essas acções relativamente à prevenção e combate à corrupção resultaram, igualmente, no aumento exponencial das acções inspectivas ou auditivas aos órgãos públicos, averiguação e detenções, cultura da denuncia, bem como a subida significativa de posição de Angola no ranking da transparência internacional.





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Um grupo de investigadores e ativistas angolanos ouvidos pelo Lil Pasta News, dizem a que a luta contra a corrupção do Presidente João Lourenço, em Angola, só está a tocar em algumas figuras, havendo muitas mais que devem ser investigadas.


"Alguns  estão a ser responsabilizados, sim. Há esta responsabilização, não há dúvida. Mas isso, infelizmente é seletivo, [é feito] à medida dos interesses do grupo hegemónico, porque algumas figuras não estão a ser tocadas e nem devem ser tocadas", disseram os ativistas.



" O facto de o Procurador-Geral da República, o Inspetor-geral da administração do estado serem acionista em várias empresas - os nomes das empresas depois vamos divulgar - já o torna numa figura sem condições morais e éticas para continuar no cargo, porque a lei da probidade pública é clara nesse sentido. Um magistrado, além de ter os bens devidamente declarados, deve também estar adstrito apenas a três atividades: magistrado, docência e investigação científica na área do Direito", afirmou o jovem investigador Mário Pumo.




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