MPLA esconde delinquentes no Comité de Acção – Boavida



O empresário Tomasz Dowbor, tem inúmeros problemas na gestão da coisa pública. Depois de ter burlado vários cidadãos no auto-intitulado PCA do tal grupo, agora chega o momento de se definir quem é realmente protector do cidadão Polaco? Tomasz Dowbor, continua a trazer problemas ao MPLA, situações esses que podem complicar a reeleição do partido que governa Angola há 47 anos.


Actualmente Tomasz Dowbor é primeiro secretário do CAP que funciona no seu próprio estabelecimento comercial o grupo BOAVIDA, tem como assessores de imprensa. Sérgio Rodrigues, Miguel Madeira e outros adoc, etc. Até agora o indivíduo não é questionado por ninguém dos destinos que foram dados as finanças  a aloucadas para a construção de casas sociais em 2016, pelo ex-presidente da República JES e a sua filha Isabel  dos Santos.




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O CORREIO ÁFRICA, ouviu de várias fontes do envolvimento de Tomasz de muitos escândalos. Em resposta à “grande entrevista” de Tomasz Dowbor, realizada no dia 1 de Dezembro, na Televisão Pública de Angola, com moderação de Cabingano Manuel, o senhor Adilson Fonseca, na altura foi contactado pelo L.P.N para inúmeras revelações de actos criminosos, que envolvem o nome do empresário polaco e seu irmão.


O empresário de origem polaca e de nacionalidade angolana, Tomasz Dowbor, PCA do Grupo Boa Vida e o seu irmão, Wojciech Dowbor, são acusados de comercializarem uma residência para dois compradores, já paga a 69% do contrato com o primeiro cliente.


Adilson Fonseca a vítima desde esquema de burla, disse em  entrevista de Tomasz, foi simplesmente para limpar a imagem. Porque quase tudo que ele falou no programa é mentira


Adilson Fonseca, fez saber que a residência a qual se comprometeu em pagar foi uma casa com tipologia T3 Duplex modelo 2D Lote 3E11, “que começou pelo pagamento de um sinal de Kz 2.000.000,00, equivalente a USD 17.391,30”.


Adilson  Fonseca explicou que efectuou vários pagamentos que totalizaram o montante global de USD 287.493,49. O jovem empresário também deu a conhecer que não pôde honrar com o compromisso, por algum constrangimento financeiro e questões de saúde de um dos seus dependentes, e por outra, alegou que também não se via motivado: “a obra da minha residência ficou num estado completo de abandono”, esclareceu.


Adilson disse que foi “surpreendido com a notícia de que a residência que estava a pagar foi vendida a outra pessoa, sem aviso prévio, sem acordo para alteração de residência, sem rescisão de contrato e devolução dos valores pagos”.


“Aproveitaram a pandemia para procederem a referida venda sem eu ter sido notificado antes e sem terem rescindido o contrato de comum acordo”, acusou.


Angola sem justiça dos injustiçados   


“Eles venderam uma casa com contracto-promessa válido e sem qualquer motivo legal que suportasse tal acto”, denunciou.


O lesado expõe ainda que na mesma senda, moveu uma queixa crime de burla por defraudação “ao sr. Wojciech Dowbor cuja referência do processo e o 8290/20/TLA e sendo que o mesmo já foi notificado duas vezes e não compareceu a esquadra policial”, asseverou.




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