Foi afastado e reformado quando estava de férias em Portugal: Procurador reclama exoneração sem aviso



Pascoal António Joaquim, manifesta em privado insatisfação pela forma que o Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, o exonerou recentemente  do cargo de procurador-geral adjunto da República, sem previa comunicação.


O magistrado encontrava-se em gozo de férias em Portugal, quando soube dos colegas que fora afastado do cargo. No entanto, fontes do Club-K, junto a PGR, alegam que não obstante ao sucedido, a exoneração de Pascoal António Joaquim, foi em observância a sua jubilação.




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De 66 anos, Pascoal António Joaquim, é licenciado em Direito e pós-graduado em Ciências Jurídico-Criminais e em Agregação Pedagógica, pela Universidade Agostinho Neto. Era procurador adjunto desde 2008.


Pascoal Joaquim foi por vários anos Procurador-Geral Adjunto de Cabinda, sua terra natal. Ai ficou notado pela sua fidelidade canina ao regime mas também às normas tradicionais como a sua aberta apologia a poligamia, razão pela qual encararam como normal a sua indiscrição ao actos de nepotismo no regime do MPLA.

 

Em Cabinda alegava que a sua recente promoção a PGR adjunto, em 2008, terá sido um acto de reconhecimento pelo “seu legado de intolerância zero contra a extinta associação cívica Mpalabanda em Cabinda e de ter conseguido silenciar os dissidentes civis no enclave Cabinda.”

 

Foi sob o seu comando que se prendeu o padre Raúl Tati e se deu a divisão da Igreja Católica em Cabinda, o que fez dele uma figura desprezada pelos seus conterrâneos.


Club-K




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