Dono do Boa Vida envolvido no caso do gado Chade que chegou morto em Angola


Setenta e cinco mil cabeças para pagar uma dívida de 75 milhões de dólares fixa o custo por cabeça a 1000 dólares, mas estes animais são vendidos a pouco mais de 100 no Chade. Empresário angolano Thomas Dowbor, presidente do grupo Boa Vida, e Lopes Paulo, ex-assessor de João Lourenço para a área económica, envolvidos no negócio.



Cada cabeça de gado que Angola recebe do Chade, no âmbito da conversão da dívida de 100 milhões de dólares, custa pelo menos três vezes acima do montante inicialmente negociado e pelo menos 10 vezes acima do valor real de cada animal, no país de origem.




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Os números são confirmados, ao Valor Económico, por um alto funcionário tchadiano ligado à fase embrionária do processo e que revela a participação, nas negociações iniciais, do empresário angolano Thomas Dowbor, presidente do grupo Boa Vida, e de Lopes Paulo, ex-assessor de João Lourenço para a área económica.


Calculando em pouco mais de 100 dólares o preço real de cabeça de gado no Chade, a fonte explica que o valor final firmado com Angola, na fase participada por Thomasz Dowbor e Lopes Paulo, foi de 300 dólares por animal. No entanto, após o afastamento de Paulo e Dowbor, os novos representantes angolanos e chadianos acabaram por firmar um valor unitário de 1.066. 


“Têm de perguntar mesmo ao vosso Governo o que se passou”, respondeu a fonte, confrontada com as diferenças nos preços, já considerados “altamente inflacionados” também por vozes angolanas.




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