Cláudio dos Santos filho da Marta dos Santos irmã de JES, usou suas influências no país para demolir loja em Talatona



Cláudio C. dos Santos, filho de Marta dos Santos, irmã do Ex-Presidente Angolano, José Eduardo dos Santos, é acusado de contornar as orientações do administrador do Talatona, Rui Duarte, e mandar demolir uma loja com recheios, alegadamente por apetência desmedida de um espaço de 07/07, no bairro Patriota.

Gregório Ângelo Chiyo e Marta Josina Dumbo, casal de 43 e 31 anos, respectivamente acorreram ao NA MIRA DO CRIME para denunciar como Claúdio dos Santos pisoteia tudo e todos, não poupando a própria Administração do Talatona, "como se ainda estivéssemos na época onde apenas um Clã fazia e desfazia".




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"O todo poderoso Claúdio dos Santos, no dia 08 de Janeiro, por conta própria, em companhia de 20 jovens colossos, demoliu a nossa loja com todos pertences no interior, erguida num espaço que é herança dos meus país", revelou Chiyo, para quem nos anos 2012 decidiram desfazer-se de cerca 2000 m2, passando a outrem.

"Existe documentos em posse da administração", assegurou. Ele conta que Cláudio, por terceiros, adquiriu o referido espaço e efectuou obras que ultrapassaram os limites, passando para 2.011,43 m2 abrangendo, desta forma a loja agora demolida.


"Contactei-o e ele disse que o anterior proprietário não lhe fez saber deste detalhe, o que é falso, pois os senhores em causa foram consultados e estes responderam-nos que deram-lhe a conhecer. Mas por maldade, o Claúdio dos Santos, aproveitando-se de influências e poderes, tratou o direito de superfície do espaço dele incluindo o espaço da minha loja", precisou, para depois dizer que "com cara de pau" ainda foi até à Esquadra e a administração fazer queixa dizendo que invasores ocuparam ilegalmente o espaço dele.

Queria oferecer um milhão

De acordo com o acusador, Cláudio, querendo retratar-se propôs oferecer um milhão de Kwanzas como forma de pagamento de indeminização, já que reconhece ter havido um erro ou terá sido enganado pelos senhores que lhe venderam o espaço.

De acordo com o casal, o litígio dura desde Junho de 2021, e de lá para cá realizaram-se vários encontros entre as partes e, "simplesmente Cláudio furta-se em aparecer".

"Fomos ouvidos no gabinete jurídico do distrito do Patriota, em separado, e chegou-se à conclusão que eu detinha a razão", vangloriou-se.

Disse ainda que a directora teve o cuidado de apresentar os documentos, mas não podia dar cópias, porque quem apareceu como queixoso é o Cláudio, tendo aconselhado o casal a marcar encontro pessoalmente com o administrador, "porque o Cláudio já sabe da verdade, mas não lhe convenceu".

Garantiu também que foi aberto o processo-crime número 449/022-RA contra ele aos cuidados do investigador Carmelindo.

Cláudio reclama titularidade do espaço

Este jornal contactou, via telefónica Cláudio C. dos Santos, e disse que o espaço é sua propriedade, e que a senhora da loja "é invasora; eles eram os antigos donos, venderem a uns senhores que revenderam a mim". "O senhor pergunte a eles se têm o direito de superfície" desafiou, afirmando que quanto às demolições, as fez por ser seu espaço.


Na Mira do Crime






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