Chivukuvuku e Filomeno acreditam que Adalberto Costa Júnior será presidente de Angola em Agosto



Os co-coordenadores da Frente Patriótica Unida (FPU) mostraram-se convencidos que Adalberto Costa será presidente da República em Agosto.


O líder do projecto político PRA JA Servir Angola e o presidente do partido Bloco Democrático afirmaram à crença na alternância do poder, no fim do primeiro Seminário de Harmonização Funcional da Frente Patriótica Unida, realizado em dois dias, no complexo Sovsmo, com mais de 90 delegados nacionais, provinciais, municipais, distritais e comunais das formações políticas e da UNITA.

Abel Chivukuvuku disse ter chegado o momento da efectivação da alternância governativa em Angola, por "haver outras pessoas capazes de gerir o país”.




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"O que nos congrega é a visão comum que temos da construção de um país do sonho de todos os angolanos, justo e digno para os seus filhos”, disse o líder do PRA JA Servir Angola, para quem as eleições gerais devem ocorrer de forma ordeira para que a transição seja igualmente pacífica.

O presidente do Bloco Democrático afirmou estar "absolutamente convicto” de que os resultados do seminário vão criar uma nova situação histórica em Angola. Segundo Filomeno Vieira Lopes, a Frente Patriótica Unida não será um mero episódio, mas um compromisso que nos próximos cinco anos irá levar a cabo um projecto de nação, em que será incluída a sociedade civil.

Para o político, a aliança entre os dois partidos e o PRA JA vai perdurar o espírito de humildade, que se vai traduzir num diálogo permanente e partilha de oportunidades.

Por sua vez, Álvaro Daniel,  em representação do coordenador-geral da Frente Patriótica Unida, Adalberto Costa Júnior, disse que o seminário serviu para criar formas próprias e únicas de trabalhar, de ser e estar entre os delegados dos diferentes projectos políticos.

Ao explicar sobre os propósitos do seminário disse: "Sentamo-nos para harmonizar procedimentos e normas, pois cada uma das instituições tem identidade e cultura política própria. Delegações e equipas técnicas trabalharam meses a produzir pensamentos, teorias e modalidades de trabalho”.




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