APELO A CNE: “TEMOS QUE ACREDITAR NAS NOSSAS GRÁFICAS”



No inicio do ano,  a Comissão Nacional Eleitoral contratou a espanhola INDRA, para subcontratar uma outra empresa para imprimir, na Europa,  os boletins de votos para as eleições angolanas de 2022. Ao recorrer serviços externos Luanda revela que não tem capacidade para produzir boletins de voto.  


A semana passada o SIC anunciou a apreensão de 50 milhões de dólares falsos alegando que foram imprimidos numa gráfica em Luanda. 




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A operação do SIC, mostrou que Angola afinal tem gráficas com  capacidades  para produzir 12 milhões de votos, da mesma forma como se imprimiram os  50 milhões de dólares falsificados. 


A CNE que peça, ao SIC a morada da gráfica, para que os boletins sejam feitos ai. Com certeza que nos vai ficar muito mais em conta do que mandar fazer em Espanha, não obstante aos gastos da transportação aérea  da encomenda.  


Dá mesma forma que os deputados do MPLA pedem-nos para acreditar nas instituições, é da mesma forma que deveriam apelar a CNE para  acreditar nas  nossas gráficas nacionais. A menos como todos sabem, a encomenda de boletins em Espanha obedece a   outras finalidades, como aconteceram nas eleições anteriores. Sobrefaturação por parte dos “poderes estranhos”  que controlam a CNE.


José Gama 



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