Adalberto Costa Júnior o Estadista…- Sousa Jamba


Nos últimos dias, estamos a ver algumas críticas a insistir que o presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, deveria ter ido ao almoço para marcar a paz, a que foi convidado, e não à Hungria, onde fez parte da missão de observadores da IDC. 


O facto de a UNITA ter feito avanços notáveis é inegável; isto tem a ver, em parte, com a liderança de Adalberto Costa Júnior. Não é por nada que os adversários da UNITA  tentam criticar tudo que o seu líder fizer; mesmo se o ACJ rir-se, há certos "analistas" que vão ver aquilo como prova de um grande defeito no seu carácter etc. 


Adalberto Costa Júnior é Vice Presidente da Internacional Democrata do Centro, organização fundada em 1925, inicialmente por partidos Católicos no mundo. A organização cresceu tanto que em 1999 teve que mudar o seu nome para refletir a diversidade que agora o caracterizava.  




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Nas eleições que foram realizadas na Hungria, havia mais de trezentos observadores; o actual presidente da Hungria, Viktor Orban, venceu as eleições, também é vice-presidente da IDC. Esta foi uma grande oportunidade para o ACJ fazer os contactos necessários para o apoio diplomático que o partido precisa. 


Para muitos no mundo a UNITA ainda é vista como uma instituição de guerra; o ACJ tem tido a tarefa de informar o resto do mundo que houve uma transformação — a UNITA é agora um partido político que faz parte da democratização do continente Africano. Não faz sentido estar num cantinho à espera de um convite de um adversário político para se ter relevância; a máquina partidária tem que trabalhar com todos os cilindros! 


Claro que nesta diplomacia o ACJ tem que insistir no objetivo estratégico do partido na avaliação do próximo processo eleitoral que é ter o maior número possível de observadores de organizações internacionais. Naturalmente, o ACJ também está a tirar lições dos vários processos eleitorais que têm acompanhado, fazendo uma espécie de avaliação comparativa! 


Adalberto Costa Júnior tem sido um líder transformacional. Lembro-me claramente de momentos no passado em que muita gente bem intencionada tinha dificuldades de alinhar-se completamente à UNITA por causa dos vários passivos que o partido tinha. Hoje já não é o caso; a UNITA é a instituição mais apta para trazer uma verdadeira transformação no país. Para isto ser possível muitos tiveram que ver como o partido é gerido.


 A cultura organizacional que está instituir-se na UNITA tem muito a ver com o estilo de liderança de Adalberto Costa Júnior. Como líder ele conseguiu transmitir a sua visão a todos escalões do partido — e da população Angolana. É só ver os comicios e campanhas de Cabinda ao Cunene; do Lobito ao Luau. Isto está a ser possível por causa da descentralização das estruturas do partido. Alguns meses atrás estive nas Lundas; lá,  a UNITA tem uma cultura organizacional própria.  


O ACJ e estruturas no topo do partido vão delineando a estratégia; os quadros no terreno vão adotando táticas para a implementação da mesma. A estratégia do partido passa, então, a ser uma espécie de propriedade do público. Algumas semanas atrás,  vi um live de Benguela a vir de áreas que tradicionalmente não são da UNITA. Os cidadãos na rua diziam que iriam votar na UNITA porque estava melhor posicionada para resolver os problemas sérios que o país encontrava como o desemprego e falta de um sistema de saúde digno. Há membros da UNITA que partem das suas casas/aldeias às quatro da manhã para irem assistir um comício — o Calunga em Malange, Ekuikui em Luanda, Kakunha no Cunene, Kakoma no Cuando Cubango, Sapinala em Benguela, Simão Lucas no Uige etc vão passando a message as bases da sua própria forma. Ligado a isto tudo existe uma cultura de prestação de contas; tem que se justificar porque razão A ou B não foi implementado e analisar as razões por trás das falhas e corrigi-las de imediato.  Claro que isto não exclui a criatividade e improvisação no terreno. 


Estás práticas agora enraizadas na UNITA são exatamente o que o aparelho estatal em Angola vai precisar. Há quadros em Angola que só vão para as repartições para marcar presença; eles estão completamente desmotivados. Perdeu-se a noção sobre a verdadeira função do estado. Um governo liderado pelo ACJ,  dará muita importância na qualidade dos quadros — na sua motivação, formação, seu crescimento profissional etc. Mas isto tudo só será possível com a vitória eleitoral da UNITA. O ACJ tem a experiência suficiente para saber que não é apenas uma questão de ter gente a votar; é preciso garantir que o resultado final reflita a vontade do povo…




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