"O Governador Nhunga e o seu sobrinho, Segundo Secretário do MPLA, Alberto David em maus lençóis em Cabinda"



Desde que nasci na Província de Cabinda é pela primeira vez que vejo um governador a criar grupinhos para desestabilizar o ambiente relacional no seio do Governo Provincial, para melhor reinar. Não gosta de trabalhar com pessoas competentes. Sente-se inseguro e não se sabe o porquê!

Um governador, na Província, deve ser uma figurar exemplar, de unidade e de paz social. Marcos Nhunga e o seu sobrinho, filho do seu irmão mais velho, o Segundo Secretário do MPLA, estão a lixar com toda a força a  Província  de Cabinda. No Município de Cacongo, tudo estava parado. Por força de uma carta escrita, e dirigida a mim, por alguns jovens daquele município, tive a força de fazer um apelo para que pudessem remover aquela administradora que não dava conta do recado naquela jurisdição administrativa. 



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Felizmente, o meu apelo foi ouvido. Mandaram para lá, no Cacongo, um filho competente, que conhece profundamente bem a realidade daquele Povo e graças à intervenção, também, do Ministro Laborinho. Foi o Ministro que aconselhou o Marcos Nhunga para nomear o actual administrador do Cacongo. Felizmente, o desejo do povo foi cumprido. Se  só dependesse do Nhunga e do seu sobrinho, iria para lá um incompetente. Mas, relativamente a esse administrador recém-nomeado para o município de Cacongo, quero preventivamente ajudá-lo, dizendo-lhe que eu sei  que o Sr é sócio  da Empresa PROFURB que possuí um negócio pesado com Administração Municipal de  cabinda ( Município Sede ). Se eu ouvir que essa empresa já se encontra envolvida em negócios no município onde o Sr  é administrador, irei declarar uma guerra muito pesada  contra ti, sujando-te  até à tua exoneração. No Governo de Marcos Nhunga, quem não é amigo do Camarada Segundo não pode ser nomeado. Os quadros não amigos de Nhunga  ficam a secar como se fossem makayabu. O sobrinho é que orienta o tio para exonerar à esquerda e à direita. Nomear à direita e à esquerda. Não se sabe o que se passa com o Sr. Marcos Nhunga, em aceitar perder-se desta maneira e ser comando pelo seu sobrinho inexperiente que não entende nada sobre a política e administração. No fundo quem sofre é o Povo. Sr Governador, o Povo  precisa de pessoas sérias e comprometidas com o desenvolvimento social, nos cargos públicos. Agora, dou razão ao regedor e ao soba que me disseram  que Marcos Nhunga deixou de ouvir os mais velhos e tornou-se um grande mentiroso. Ele e o seu sobrinho, desrespeitam os quadros. Pensávamos que o Marcos Nhunga iria minimizar os problemas sociais, mas  tudo piorou! O MPLA vai  perder outra vez, em Cabinda, e com riscos de não eleger nenhum Deputado. No concurso público realizado recentemente na educação, apercebi-me, por via de algumas pessoas amigas, de que o Eng. Maurício Gimi, formado em telecomunicações na Ucrânia, também Presidente da UCI, obteve 18,5 valores, o Eng. Carlos Vemba, formado em mecânica industrial, também na Ucrânia, Presidente do MIC, obteve 17,5 valores e o  Dr. Geraldo Ngaka, formado em língua inglesa no ISCED,  obteve 16 valores, segundo informações, foram corrompidos pelo regime. Meus caros, eu conheço muito bem esses jovens! Trabalharam comigo como activistas. São sérios! Isso é, pois, uma distracção!  É uma conversa para o boi dormir! Os jovens são competentes e ponto final. O outro assunto que me deixou indignado é de ter ouvido que tenho sido instrumentalizado por alguns indivíduos do MPLA! Ou seja, existem algumas pessoas que me orientam fazer o que faço! Ora, quanto é que essas pessoas me pagariam? Já disse reteiradas vezes que faço isso por consciência e ninguém me pode impedir. Lamento! Vou continuar a defender  qualquer pessoa que for injustiçada, seja da FLEC, UNITA, MPLA, MIC, UCI, etc. Sr. Alberto David ou Camarada Segundo, como gostas de ser chamado, julgas que eu sou como o seu tio Marcos Nhunga que aceita ser instrumentalizado e comandado por ti? Talvez o Sr tenha-se esquecido de mim! Ou seja, esqueceu-se de que a política é Ciência! Enquanto o senhor e o  seu tio  executam o esquema de nomear amigos, de modo a facilitarem a máfia, eu passo o tempo a investigar o esquema da vossa roubalheira. Por Exemplo: O polêmico Director que esteve no Hospital 28 de Agosto, em Cabinda, com vários crimes e processos no Tribunal, foi recentemente renomeado Director do Hospital do Chinga. Tudo foi feito silenciosamente, sem a devida publição do despacho na Rádio Provincial. É assim que se está em Cabinda! Sr Governador, eu fui activista cívico da extinta Mpalabanda, desde 2002 até à sua extinção. O Eng. Agostinho Chicaia, que se encontra actualmente a trabalhar na Sede da UNIÃO AFRICANA, Etiópia, e o Dr. Marcos Mavungo, grande activísta cívico de renome, com sua estada em Portugal, podem testemunhar. Sr.Governador, não foi o Luís Quitembo que legalizou a extinta Mpalabanda! Muito sinceiramente, Sr governador, as pessoas estão muito decepcionadas consigo. Quitembo, hoje, é hostilizado no seu Governo por causa da Mpalabanda! Sr Governador, use a sabedoria e procure estar bem com os quadros. Naquela altura, o Director do Gabinete Jurídico do Governo de Cabinda era o Dr. José Chiumbo. Mesmo assim, para se legalizar uma Associação, passa por via de vários procedimentos no Ministério da Justiça. Esta situação já perdura muitos anos. Em nome da estabilidade, paz e harmonia, há que se ignorar situações que não abonam o bem estar. Quitembo não é bem visto na presença do Nhunga e do seu sobrinho Segundo Secretário do MPLA. Um homem competente, mas nas  remodelações que o Nhunga vai fazendo, não é tido nem achado, porque legalizou a Mpalabanda! Que horror pensar assim, Sr Governador! Isso é nojento demais. És filho de Cabinda e a história pode te julgar, se o Sr não mudar de postura. Já passaram por Cabinda vários filhos natos como governadores e nunca se comportaram assim. São quase os mesmos problemas que aconteceram com o Paulo Dinis Luvambano. Um grande técnico que deveria ser bem aproveitado para desenvolver Cabinda, mas, infelizmente, depois daquela humilhação que teve, deram-lhe aí "uma cadeirinha de faz-contas, "para minimizar o estrago injusto que lhe foi causado pelo Ministro agitador e Deus, das Obras Públicas, Manuel Tavares.Também, quero advertir a todos quadros descontentes do MPLA e do Governo, que esses maus tratos têm uma solução em Agosto! É somente acertarem o vosso voto no Adalberto Costa Júnior. A UNITA vai criar um Governo sério e inclusivo. Pois, o povo não pode votar no governador que não aceita críticas. Por exemplo: o deputado Raúl Tati quando explode algumas verdades sobre à má govenação, o Nhunga recorre ao grupinho para o defender. Mas o que me admira em Raúl Tati é a capacidade de discernimento que possui, o silêncio e o desprezo que dá a esses grupinhos de atrasados e maliciosos, que contribuem para a desgraça do Povo de Cabinda. Dr. Jonas Savimbi dizia: "Um homem sem política na cabeça é veneno". Estive na aldeia do Mazengo a fazer um trabalho investigativo, deparei-me com uma situação que considerei grave. Há um outro grupinho aí do Governo, que vai passando em algumas aldeias para descredibilizar a figura do padre Congo, o actual Bispo da Igreja Católica das Américas. Estão a instrumentalizar as populações, dizendo que Marcos Nhunga terá dado autocarros e dinheiro ao Jorge Casimiro Congo e que não pudessem mais dar-lhe importância  nem falássem mais dele.  Voltei à Cidade, localizei aquela minha fonte e procurei saber se o nome de Jorge Casimiro Congo constava na lista dos beneficiarios dos autocarros que Marcos Nhunga distribuiu aos seus amigos. A resposta que me foi dada era negativa. O padre Congo não terá recebido nenhum autocarro das mãos do Sr  Marcos Nhunga. Sr Governador, é melhor mandar parar essas práticas atrasadas e de  comunistas. Deixe o padre Congo e a sua igreja em paz. Trabalhe e siga o exemplo do Comandante da Polícia em Cabinda, o Dr Eusébio Costa que, por vezes e às noites, sózinho e ao volante, vai  supervisionandos seus efectivos em alguns bairros periféricos da cidade para estancar a situação da delinquência. Vemos grandes melhorias no Sector da Polícia em Cabinda. Se o homem tivesse meios suficientes, o trabalho redobraria. É isso que o povo quer, Sr senhor governador, e não estar inclinado a ouvir fofocas ou mandando pessoas para gravarem as conversas das pessoas. Isso não é trabalho do Governador! Todavia, não gostaria de terminar, sem antes fazer um breve comentário sobre o actual Vice-Governador, Dr Macário Lembe: Caros Cabindas, o governo do Marcos Nhunga está mal! Há mais aí um grupinho criado para dar cotevelados ao Macário Lembe, influenciando  João Lourenço e Bento Bembe para o removerem como Vice-Governdor. Querem mandar para aquela cadeira uma Senhora, em relação à qual o rato já vem aguçando os dentes   para a roer. Mesmo assim, independentemente do  tempo que o Macário já faz naquela função, temos que reconhecer que ele (Macário Lembe) é muito competente.


 Luanda, 31 de Março de 2022. 


Estevão Neto Pedro




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