MÁRIO ANTÓNIO O CANCRO NA GESTÃO FINANCEIRA DO BANCO SOL



Depois de vários alertas e factos relatados ao longo destes anos, depois da falência do Jumbo e outras empresas do grupo GEFI ( https://www.lilpastanews.com/2021/12/mario-antonio-falencia-do-jumbo-e-perda.html ), a sua loucura e ganância em relação as empresas participadas pela GEFI ( https://www.lilpastanews.com/2021/12/mario-antonio-falencia-do-jumbo-e-perda.html ), a atribuição do cartão vermelho pelo Bureau Político do MPLA ( https://www.angola24horas.com/politica/item/15250-bp-do-mpla-atribui-cartao-vermelho-as-suas-duas-equipas-economicas-no-executivo-e-no-partido ), por último ter sufocado e praticamente extorquido o anterior PCE do Banco Sol Mário Nascimento durante o seu mandato ( https://angola24horas.com/sociedade/item/16524-banco-sol-mario-atonio-vs-mario-nascimento ), eis que realmente revelam-se a concretização do assalto final quiçá a única das participadas do MPLA que ainda tinha alguma solidez financeira e gestão coerente até que Mário António nela colocou as suas garras. O que se verifica actualmente é que os planos ora gizados pelo General Mário António (e não foi falta de aviso) estão a dar frutos e somente para ele mesmo. Porque desde o ano de 2015 que não apresenta relatórios de gestão, resultados financeiros e auditoria da sua gestão como PCA do Grupo GEFI, por razões também afloradas nos links acima.


O actual Conselho de Administração e Comissão Executiva do Banco Sol tem sido gerida directamente por Mário António, tal que o a actual PCA Rosário Jacinto fartou-se e quer abandonar o Banco, pelas constantes faltas de respeito, interferência e desrespeito não somente da parte do General, bem como dos Administradores Executivos que o desobedecem,  furtam-se das reuniões do Conselho de Administração convocadas pelo PCA, isto porque o PCE Paixão Franco, os Administradores Executivos Gil Benchimol, Ana Kazumbula, Paula Tavares e Ema Carla Lemos Gonçalves que sob orientação do General (que deixou a televisão ligada e ele, somente ele que levou o comando e remotamente troca os canais), não fornecem os relatórios de gestão financeira, comercial, creditícia e operacional que deveriam ser submetidos de forma regular, quando solicitados pelo PCA ou mesmo quando convocadas as reuniões do Conselho de Administração, todos eles simplesmente entram mudos e saem surdos, uma estratégia para esvaziarem o conteúdo e as reuniões do CA, desobedecendo o que está estatuído até pelo BNA, no que se refere a periodicidade das reuniões do Conselho de Administração que devem ter lugar no mínimo uma vez por mês.




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O Conselho de Administração e os Órgãos Sociais do Banco Sol de que Mário António é Presidente da Mesa da Assembleia Geral, que chegam a constituir mais de 35% da massa salarial mensal num universo de mais de 1.700 funcionários, dentre directores, chefes de departamento, gerentes, técnicos, etc; os administradores executivos e não executivos, não têm visão comercial, nunca vão atrás de potenciais clientes e os atuais são até maltratados.


Por outro lado, são exonerados quadros directores, chefes de departamento, gerentes e quadros séniores com mais de dez anos de casa e experiência comprovada, nos seus lugares são nomeados outsiders, isto é, quadros juniores com pouca ou quase nenhuma experiência de gestão, como é o caso do actual Director dos Serviços Gerais e Compras. São ainda e somente tidos em conta todos aqueles que fazem uma romaria constante, até mesmo o PCE Paixão Franco e os administradores, bem como directores passam mais tempo no 4º Andar do Hotel Presidente Meridien onde Mário António tem o seu escritório, para receberem ordens, orientações e por conseguinte aos mesmos também, em vez de cuidarem da gestão das seus pelouros e direcções na sede do próprio Banco, levando este desinteresse da parte dos administradores e com salários chorudos, ficam somente sentados nas cadeiras e os coitados dos comerciais são exonerados imediatamente, despojados a rua, a sua sorte sem o mínimo de decência. Faltam condições de trabalho, balcões sujos, sem material gastável, nem sequer água pra beber e papel higiénico, tudo em nome dos salários chorudos, como captar clientes com o banco e os balcões nas condições de imagem actual transmitida ao mercado.


Neste momento o como pupilos do General, o PCE Paixão Franco (que já faliu o FDES e o Banco BDA, com processos judiciais de créditos sem garantias e feitos aos amigos o que lhe havia valido a sua exoneração antes do termo do mandato que seria de cinco anos), o Administrador e famaso Gil Benchimol e a Administradora Ana Kazumbula (que é amante do General Mário António) através das suas empresas é que fornecem quase tudo ao Banco Sol, desde a prestação de serviços, equipamentos e até papel higiénico, não sendo comerciais ou prestadoras de serviços vocacionadas as áreas que lhes são solicitadas, sendo que as empresas selecionadas apresentam sobrefaturações elevadíssimas dos 100 a mais de 1000%.


Neste momento o Banco Sol sobrevive somente da maturidade dos títulos e bilhetes do tesouro, porque de tão abandalhados que foram os clientes pela Administração do Paixão Franco, com a não cedência de créditos, distanciamento, falta de visão, comunicação interna e externa, etc, muitos deles simplesmente fecharam as contas ou já não depositam os seus valores no Banco.

Visivelmente se pode concluir que Mário António é o maior cancro na gestão financeira do MPLA, um cancro que deve ser extirpado imediatamente.

 

* Alexandre Manuel Luís




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