Leandro Porra traído pela saudade da comida da terra



Em investigação, diz-se que o foragido só é apanhado se mover-se do esconderijo, pois, uma vez fora dele, corre sérios risco de ser caçado e Leandro terá cometido esse erro crasso. Devido à saudade da comida da terra e de alguns bens, João de Deus Oliveira Gomes dos Santos, vulgo Leandro, terá saído do seu esconderijo para ir ao aeroporto de Portela, em Portugal, para reclamar de uma mercadoria que mandou vir de Angola, mas que não chegou a receber.


"O Leandro mandou vir de Angola algumas comidas da terra, como fubá e alguns bens pessoais. No entanto, por não ter recebido, deslocou-se até ao aeroporto para reclamar ou saber por que razão não recebeu o que solicitou”, disse uma das nossas fontes ligadas ao processo. Bem ao estilo de um ‘foragido primário’, Leandro terá ignorado que os aeroportos são dos locais com maior segurança num país. Aliás , por ter pintado o cabelo a loiro e criar barba, de modo a passar despercebido, pensou que seria o suficiente para não ser identificado. Dito de outro modo, se mal pensou, pior o fez, porque existe um mandado internacional contra si e, através das câmaras de vigilância do referido aeroporto, identificaram-no. Daí que a polícia portuguesa só teve o trabalho de segui-lo até o seu esconderijo e prendê-lo.




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Fontes deste jornal garantem que a equipa do escritório de advogados de Sérgio Raimundo é que vai defender, neste processo, Leandro. A fonte avança, por outro lado, que Sérgio Raimundo terá estado em Portugal para aconselhar o seu cliente a entregar-se às autoridades portuguesas.


Ao que parece, porém, não foi a tempo de o fazer. Contudo, entende-se que, para aquele causídico, pode ser mais fácil defender o seu cliente, nas terras de Camões, já que Leandro supostamente é também um cidadão português, pelo que dificilmente o Estado português o irá extraditar para Angola. Desta feita, poderemos assistir a uma ‘luta’ nos tribunais entre Angola e Portugal, para ver se Leandro, acusado de um homicídio bárbaro, vai vir ao país para ser julgado ou permanecerá em Portugal onde pode ficar impune por mais ou menos dias.


Jornal O Crime




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