GRAÇA CAMPOS ARREMESSA BOIA PARA SALVAR VERA DAVES DE AFOGAMENTO- CARLOS ALBERTO


Graça Campos, jornalista angolano, que faz opinião com o senso comum, rotula Vera Daves de Sousa de "a nossa dama de ferro". Regojizou-se porque a jovem ministra acaba de secar a teta que, durante anos a fio, encheu as panças e engordou contas bancárias do Clube das Forças Armadas Angolanas (1.° de Agosto).

Altamente tendencioso, como sempre foi, e sem o menor conhecimento de causa do que a sua, só sua, "dama de ferro" vem aprontando dentro daquelas paredes do Edifício da Mutamba, aquele jornalista falhou o penálti e acha que marcou golo!



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Saiba, Graça Campos, que Vera Daves de Sousa secou não só aquela teta, mas muitas mais tetas quando, debaixo da sua "miopia axial profissional", sugou milhões, não de AOA, mas de USD, a muitos leais profissionais que dedicaram o seu maior e melhor esforço em prol do progresso do nosso país.

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Acertou em cheio quando apelidou Vera Daves de Sousa de "destemida ministra", porque realmente a "afoita" arriscou as "suas joias" quando enfrentou a fúria dos contribuintes lesados, a quem consentiu que o Ministério que dirige "desse uma palmada de USD 66.312.743,00 da primeira vez", e porque "tomou-lhe o gosto", voltasse a dar outra golpada de USD 383.507,41.

Mais uma vez se engana o "veterano jornalista" quando diz que a ministra gere o erário com bastante parcimónia, quando, na verdade, o faz com ousada "prodigalidade".

Vera Daves de Sousa nunca soube o que é dirigir uma unidade de produção geradora de receitas. Sempre viveu, de acordo com as nossas investigações, "à sombra da bananeira", onde lhe são servidos "pratos do dia".

Com que propriedade, comprovação e segurança vem o "veterano jornalista" Graça Campos afirmar, em publico, que "Vera Daves tem-se multiplicado em esforços para a utilização racional do dinheiro público"? Que provas tem? Que investigação faz?

Por acaso investiga alguma coisa ou guia-se pelo senso comum? Conhece "os podres da sua gestão"?

Alguma vez se cruzou com qualquer dos martirizados empresários a quem as Finanças "tosquiou", deixando-os "a pão e água"?

Por ventura sabe "o sábio" Graça Campos que o Ministério das Finanças levou a cabo, "só contra uma Empresa Credora do Estado", os Crimes de "furto qualificado de USD/Peculato" de 66.312.743,00 + USD 383.507,41", "abuso de confiança", "falsificação de documentos", "ameaças", "coação" e sabe-se lá mais o quê, alguns dos quais deliberadamente consentidos pela sua "dama de ferro"?

Alguma vez lhe passou pela cabeça que o Ministério das Finanças estivesse por trás do "suicídio por enforcamento" de um empresário a quem o Ministério das Finanças furtou uma verdadeira fortuna, e que a sua "dama de ferro" ainda hoje continua a "ocultar provas" e a proteger "bandidos beneficiários dessa fortuna roubada", sempre de "bico calado", achando que não deve satisfações a ninguém?

Sabe por acaso o "desinformado" Graça Campos que a sua "dama de ferro" se esconde "numa trincheira erguida pela IGF" para dali "disparar todas as balas" para descredibilizar os seus antecessores (Ministro Dr. Eduardo Leopoldo Severim de Morais + Director Nacional do Tesouro Dr. José Cabalo Tanga + Director Nacional da Dívida Pública Dr. Francisco Matomona), deixando subentendido que um Acordo de Regularização de Dívida Interna DPI/02/10 por eles celebrado se tratou de um "embuste", porque aquela dívida pública era resultante de "serviços não prestados ao Estado", quando existem provas dos serviços prestados?

Errou o "veterano jornalista" Graça Campos quando sugere que a jovem Vera Daves de Sousa possa vir a ser agraciada com a pomposa designação de "dama de ferro" quando o título que melhor lhe assentaria talvez fosse o de "sanguessuga" ou de "cúmplice de crimes", pois a "miopia profissional axial" de que sofre não lhe permite enxergar uma gestão danosa contra o Estado Angolano, matando empresas e empresários angolanos que deviam estar a dar o seu contributo para aumentar o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) deste país. 

Vera Daves de Sousa só vê aquilo que está debaixo do seu nariz, o que limita drasticamente a sua capacidade de análise e projecção das coisas. Por isso toca a enveredar por práticas que pensa serem dignas de louvores e ataca todos os geradores de receitas para o Estado "sugando-lhes o produto do esforço dos seus trabalhos".

Só sabe reflectir, e mal, no imediato, e não consegue aperceber-se de que no próximo futuro esses contribuintes a quem ela "sugou e cortou as pernas" deixarão de contribiir para as receitas do Estado.

E tanto mais haveria para dizer e contrariar essa falácia "construída" pelo "veterano jornalista", que deixa uma mensagem de um puro desconhecimento do que diz, baseando-se claramente num horizonte muito próximo aos seus "olhos quadrados".


Carlos Alberto (Jornalista e Director do Portal "A DENÚNCIA")




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