O lado bom das coisas- Graça Campos


Em Maio deste ano, a Casa de Segurança do Presidente da República foi atravessada por um escândalo de gigantescas proporções.

Agora, em Dezembro, sete meses depois, a Casa Civil do Presidente da República também é atravessada por um episódio bastante constrangedor.

Os dois episódios tiveram grande impacto na opinião pública porque expuseram fragilidades da Presidência da República.




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Há um lado muito positivo nos dois casos: qualquer um deles quebrou o mito de que a Presidência da República é exclusivamente servida por pessoas de honra inquestionável, decência indiscutível e conduta irrepreensível. Qualquer dos casos, mostrou o lado “humano” dos funcionários da Presidência da República.

Os dois episódios mostram que, como qualquer outra instituição pública, também na Presidência da República acoitam-se ladrões, fofoqueiros, intriguistas e outras pessoas de carácter não recomendável.

Os dois casos mostram que a Presidência da República não deveria estar acessível a qualquer “dibengo” que exibisse como principais credenciais o cartão de militante do MPLA ou uns rabiscos nas redes sociais a insultar quem pensa diferente. 

Tanto os “lussatis” quanto os “artistas” que estenderam “no fio de roupa” um documento que deveria circular apenas nas quatro paredes da Casa Civil do Presidente da República deitaram por terra o mito, alimentado pelos próprios, de que os funcionários da Presidência da República são cidadãos superiores, pertencentes a “castas” perante quem o cidadão comum deve obrigatoriamente baixar a cabeça.

“Ratazanas” insaciáveis, intriguistas e até “inimigos do camarada Presidente” em todo o lado...



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