ARCEBISPO DE LUANDA ACUSA PNA DE INCENTIVAR ROUBOS NAS INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS



A Igreja Católica angolana tem registado, de "modo dramático, assaltos violentos" às suas instituições, nos últimos três meses, lamentando a "ausência de resposta" das autoridades policiais que, no seu entender, "encoraja os assaltantes", a preocupação foi manifestada ontem, segunda-feira, 20, pelo arcebispo de Luanda, Filomeno Vieira Dias, em declarações à Rádio Ecclesia

Filomeno Vieira Dias falou sobre dois assaltos ocorridos na última semana na Paróquia da Nossa Senhora de Guadalupe e a Casa das Madres da Congregação das Irmãs de São João Baptista, ambas na província angolana de Malanje, assaltadas nos dias 14 e 18 de dezembro, respetivamente onde as religiosas foram agredidas.




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“O que nos preocupa é o suceder contínuo de assaltos às casas religiosas, não obstante as nossas denúncias, os denunciados sentem-se estimulados, sentem-se encorajados a prosseguir nas suas práticas, como que vingando-se ou desforrando-se das denúncias que fomos fazendo”, afirmou o arcebispo à rádio católica angolana.

Os bispos da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST) manifestaram preocupação, no passado 07 de outubro, com o alto nível de criminalidade e de insegurança no país, que atingiu no último ano mais de 60 instituições da Igreja Católica.

A inquietação foi expressa por Filomeno Vieira Dias, à data presidente da CEAST, na abertura da segunda assembleia plenária ordinária, que se realizou em Luanda.

“Nos últimos meses, após os nossos pronunciamentos, em outubro, voltámos a registar de modo dramático assaltos violentos a casas religiosas”, disse ontem Filomeno Vieira Dias, lamentando a falta de resposta policial.



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