2º COMANDANTE DO SERVIÇO DE BOMBEIROS CRIA GRUPO PARALELO E PRETENDE TOMAR DE ASSALTO A TODO CUSTO EM 2022 O CARGO DE COMANDANTE NACIONAL



O 2º Comandante SPCB, para área de gestão de Bombeiro, Comissário Bombeiro, José Caculo, criou é apontado segundo dados que esse jornal teve acesso de ter criado uma direcção paralela e pretende tomar de assalto a liderança do Comando a todo custo em 2022. José Caculo, tem instigado no seio do efectivo que o actual Comandante do SPCB Comissário Principal Bensau Mateus, tem os dias contados, é um comandante a prazo e que em 2022, a todo custo será o Comandante, e já tem a confirmação do Ministro do Interior General Eugénio Laborinho.


Nesse momento, os Membros do Conselho operativo do SPCB, órgão de consulta do Serviço, têm enfrentado um clima de muita insegurança, instabilidade por conta das palavras do Comissário Caculo, e da sua equipa paralela montada.


Consta que, José Caculo, na lista que submeteu ao senhor Ministro do Interior, pretende fazer as seguintes alterações: no seu lugar, propôs o nome do actual director da Escola Nacional Comissário Bombeiro Albino Simão seu testa de ferro. Como as suas influências não chegam para tirar o segundo Comandante Nacional para área de Protecção Civil, Comissário Bombeiro Manuel Matanda Lutango, cuja sua preferência seria o Comissário Valentim Xavier, então vai manterá até que haja uma possível alteração no top. No lugar do actual Director de Extinção Subcomissário Ireneu Graciano, nomeará o Inspector Chefe António Simão, o Comissário Paulo voltaria na logística no lugar do Subcomissário Bravo, no lugar do Director das Operações o Superintendente Mohamed séria a pessoa ideal, na Direcção de Finanças, Intendente Bumba Razão seu antigo financeiro no CPL em substituição do Comissário Micha, na Direcção de Prevenção, o inspector Vladimir, na Direcção de Comunicação, Faustino Mingues em substituição do Intendente Félix Luciano, no Gabinete jurídico a Inspectora Luísa, vai substituir o Subcomissário Nelson Atuzemba, no Quartel principal, Tito Caculo, seu filho vai substituir o Intendente Flávio Hamilton Chimbundi.




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Recentemente, o inspector Chefe Tito Caculo, filho de José Caculo actual 2º Comandante, fez graves ameaças ao Comandante Municipal de Luanda, que tão logo o seu pai assumir a pasta ele verá o que lhe vai acontecer, e que tem informações privilegiadas confirmadas pelo pai que em 2022 será o comandante e vão assustar já está.


José Caculo, no seu ciclo mais próximo e familiares, afirmou que o Comandante Lutango é só uma questão de tempo, por gozar da protecção do Ministro Laborinho, mas tão logo saia, vai propor a exoneração de Lutango de forma imediata tal como fez o ex-Comandante Benção Cavila do pelouro de Ângelo Tavares.


Importa referir que o actual Comandante para área de protecção Civil Manuel Lutango, é um quadro altamente qualificado com mais de 17 anos de carreira, já representou muitas missões no exterior, em representação do SPCB, tem vindo a fazer o seu percurso de forma natural e a sua ascensão ao posto de 2º comandante Nacional representa uma conquista para o país sobretudo para o SPCB.

José Caculo, instalou o caos no seio dos efectivos, tem uma fúria de ser comandante, a todo custo, quer voltar aos seus esquemas de inspecção que foram desmantelados pelo Ministro do Interior na altura que desviou mais de 400 milhões de kwanzas que eram transferidos para a sua conta em vez da conta do tesouro. O actual Comandante do órgão, segundo uma fonte da Inspecção do edifício sede do Ministério do Interior tem relatado essas acções ao Ministro Laborinho que prometeu tomar sérias medidas para cortar essa mal.

Importa salientar que o Ministro do Interior sob proposta do actual Comandante tem promovido quadros jovens para às direcções, uma transição geracional já mais vista, essa situação tem gerado um certo mau estar para alguns ciclos da classe de oficiais Comissários já em idade avançada de reforma liderados por José Caculo.


As reformas levadas acabo pelo Ministro do Interior e pela actual direcção do SPCB resultaram na progressão na carreira de mais de cinco mil efectivos, recuperação de mais de 1000 mil técnicas avariadas, construção de quartéis, cujas obras estavam paradas há mais de 10 anos, por exemplo o Quartel do Maquela do Zombo, província do Uíge.


O actual Comandante tem canalizado aos cofres do Estado todas as receitas arrecadadas das inspecções contra incêndios, visitas pré-operativas, emissão de certificados de incêndios, que têm permitido resolver algumas questões pontuais em detrimento da verba que órgão recebe. Essa situação acabou com as michas e os esquemas dos inspectores de Prevenção e poderá custar uma factura muito grande (a cabeça do actual comandante no cargo e do 2º para PC, se o Ministro anuir a nomeação de Caculo.

José Caculo foi Director de prevenção e tinha um grande esquema com o Mixeiro Tito Manuel ex-comandante provincial de Luanda que foi afastado pela actual direcção com a homologação do titular da pasta do Interior.


Nesse sentido, José Caculo, por ser o líder da gang e tem compromisso moral com os seus inspectores corruptos afastados com a normalização do sistema de emissão de certificados de segurança contra incêndios na conta única do Tesouro, montou uma equipa de avanço junto do Gabinete do Secretario de Estado do Interior para o Asseguramento técnico para persuadir junto do Ministro do Interior o afastamento do actual Comandante do SPCB e de toda equipa de jovens oficiais comissários e superiores.


Excia, ministro do interior, General Eugénio Laborinho, esperamos que não se deixa levar por meros sentimentos de comprometimento de naturalidade ou formas tribais como aconteceu com o Governador Júlio Bessa, no Cuando Cubango, nesse momento os bombeiros respiram bons ares quer em termos de liderança, como progressão na carreira, essas reformas são para continuar e estamos certo que chegará a nossa vez no momento certo, limpe apenas esse embaraço do Caculo. 


Se o Segundo Comandante José Caculo ascender em 2022, conforme tem feito a sua publicidade, principalmente nas reuniões onde já o tratam de Comandante Geral, o senhor vai matar sonhos, frustrar objectivos, instalar uma direcção de quimbundo altamente tribal, e muitos jovens vão se reformar antes do tempo e/ou poderão mudar para outros órgãos do Ministério do Interior, conforme aconteceu no mandato de Cavila, onde mais de 1000 efectivos jovens licenciados solicitaram a sua movimentação para o SIC.

Queres que o país muda? Lê e partilha, partilhando estamos a contribuir para se evitar que o tribalismo assuma o SPCB


Luanda, 18 Dezembro de 2021.


Os funcionários.



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