O MENTIROSO MILITANTE DO MPLA SEBASTIÃO DA COSTA: OS RESULTADOS ELEITORAIS DO MPLA- JOSÉ GAMA


As  eleições de 2008 apanharam nos na diáspora e por conta  disso não participamos no acto de  votação em Angola.   Quando o   militante do MPLA, Sebastião Manuel da Costa,   escreve na pagina  Joana Clementina que  José Gama esteve  presente numa suposta festa da vitória eleitoral do seu partido revela que não só mente  como desconhece as decisões do partido que o acolheu depois do momento menos de recuperação, em que foi salvo por  Tomás Bica   mobilizando  gente boa  do Hoji  Ya Henda, com comida e medicamentos. 


Se Sebastião Manuel da Costa  não se lembra, as  eleições de 2008, foram classificadas por Luísa Morgantini, chefe da missão de observação da União Europeia em Angola, como “desastrosa, péssima”. 



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Foram as eleições cheias de irregularidades em que foram violadas as regras de votação consagradas no número 2 do Artigo 126º da então  Lei Eleitoral que estabelece a obrigatoriedade de se verificar a identidade do eleitor em conformidade com os cadernos eleitorais. 


A factura  n.º 23/08 de  22 de Abril de 2008, da empresa  de dirigentes do MPLA “Valley Soft” contratada pela CNE declarava ter comprado da espanhola  INDRA cerca de 10 milhões e 350 mil boletins de votos. O website desta empresa espanhola (www.indracompany.com) revelava  que produziu e vendeu para Angola, naquele ano, 26 milhões de boletins de voto e não o número acima citado.


O centro de escrutínio nacional recebeu  actas relativas a 50.195 mesas, enquanto que a votação ocorreu em apenas 37.995 mesas, pelo que o escrutínio foi efectuado com base em actas de mesas de voto fantasmas  sem fiscalização, numa operação que foi controlada pela  Casa Militar da Presidência da República. 


No fim o MPLA apareceu com 81,76% dos resultados eleitorais.  Mas um  estudo da  Universidade "Castilla La Mancha" revela que é impossível realizar eleições presidências ou legislativas em que o vencedor alcance mais de 80% dos votos. Mas o MPLA teve por via da Casa Militar. 


O estudo dos  académicos espanhóis  defende que a não aquisição desta percentagem de votos (acima dos 80%) deve-se ao facto de não haver processos eleitores perfeitos. Segundo o estudo percentagens astronômicas (semelhante aos 81,76% do MPLA) é verificado apenas em países de regimes ditatórias e estas não consideradas   eleições perfeitas.


Diante destas incongruências o MPLA não  festejou os resultados eleitorais que lhe foram trabalhados pelo general Rogério da Silveira e o Coronel Anacleto Garcia Neto da Casa Militar do PR. 


O máximo que o partido  fez, foi ter produzido a 10 de setembro daquele ano, um comunicado assinado pelo então Vice-Presidente Pitra Neto em que empurrou  a vitoria ao então líder do partido  JES. O MPLA justificou que ganhou as eleições porque JES motivou a mobilização de todo povo. Portanto não tinha como José Gama ter estado na Africa do Sul e ao mesmo tempo  em Luanda para  celebrar astronómicos  resultados eleitorais que a própria direção do MPLA teve vergonha de celebrar, emburrando os resultados a JES.


“O Bureau Político do MPLA louvou o seu presidente, José Eduardo dos Santos, pela forma como liderou a campanha eleitoral e pelo seu empenho e participação pessoal nos mais diversos eventos promovidos, no quadro das eleições legislativas de 5 de Setembro de 2008.”


“A presença, participação activa e abnegada de José Eduardo dos Santos, em todo o processo de preparação e organização do MPLA para as eleições legislativas, motivou a mobilização geral do povo e determinou em grande medida a vitória alcançada nas urnas.” Fim de citação.






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