‘Não somos partido satélite do MPLA’ - Dinho Chingunji



O projecto político de centro-direita P-NJANGO foi apresentado esta Quinta feira, em Luanda, com o qual Eduardo Jonatão Chingunji( Dinho Chingunji) antigo membro da UNITA, pretende concorrer às eleições em 2022, caso passe pelo crivo do Tribunal Constitucional, onde na passada semana apresentou as assinaturas exigidas por lei ao Gabinete dos Partidos Políticos(GPP) deste órgão jurisdicional.



O projecto político de centro-direita PNJANGO foi apresentado esta Quinta-feira, em Luanda, com o qual Eduardo Jonatão Chingunji( Dinho Chingunji) antigo membro da UNITA, pretende concorrer às eleições em 2022, caso passe pelo crivo do Tribunal Constitucional, onde na passada semana apresentou as assinaturas exigidas por lei ao Gabinete dos Partidos Políticos(GPP) deste órgão jurisdicional.


Falando em conferência de imprensa, o político disse que o Tribunal Constitucional deverá pronunciar-se sobre o seu credenciamento ou não em Janeiro de 2022, depois de terem apresentado 10 mil assinaturas recolhidas quase todo o país.



 


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De acordo com o político, a recolha de assinaturas foi um trabalho árduo, pois abrangeu cerca de 85 porcento dos municípios do país, o que lhes confere uma certa garantia e esperança num desfecho que lhes seja favorável. Em conversa com os jornalistas, acrescentou que o P-Njango é a escolha ideal para a alternância do poder, pois assume o compromisso com a pátria para mudar o actual paradigma político e oferecer melhores condições de vida aos angolanos.


 


Com uma orientação de centrodireita, “Dinho Chingunji” revelou que o seu partido pretende “devolver o poder ao povo”, conferindo-o um maior poder de escolha.


 


O combate à corrupção, à impunidade e o nepotismo, a injustiça social, bem como o regionalismo são outras das prioridades Partido Nacional para a Justiça em Angola (PNjango ) – que promete criar um ambiente transparente na administração pública, sendo esse um dos objectivos da sua criação. Mas, tudo isso, explica Eduardo Janotão Samuel Chingunji, está refém da decisão do Tribunal Constitucional, embora a comissão instaladora deste projecto se mostre optimista pelo desfecho.


Não somos partido “satélite” do MPLA


Questionado aos jornalistas se o “P-Njango” é um “satélite” do partido no poder, como alegam alguns políticos de partidos políticos na oposição, Dinho Chingunji respondeu não ser verdade. Recordou que quando tomou a decisão de abandonar a UNITA, em 1988, aos 24 anos, em Londres, Inglaterra, foi conotado como sendo do MPLA. E enquanto independente, como político, trabalhando apenas para o Estado, igualmente foi acusado de ser financiado pelo MPLA.


 


Com isso, diz “Chingunji”, essas afirmações não passam de calúnias, perpetradas por pessoas que querem denegrirem a sua imagem. “Se eu fosse um satélite do MPLA, o Tribunal Constitucional não demoraria a validar o meu partido”, notou, reforçando não ter qualquer ligação com o partido governante, e que tem cumprido, escrupulosamente, as normas emanadas pela lei no que a criação de um partido político diz respeito.




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