ISCED-UIGE | DENÚNCIA: DIRECTOR GERAL MONA MPANZO ELIMINA NOME DA EX NAMORADA DO SISTEMA



Confira a declaração da vítima:


"Sou Joana Ndombaxi, cidadã de 29 anos de idade, residente na Província e município do Uige, havia feito teste de Admissão para estudar no Instituto Superior de ciências de educação - ISCED Uige, no ensino de Geografia, no período pós laboral.

Fiz o teste, felizmente havia sido admitida com uma média de 11 valores. Fiz as matrículas e paguei as propinas de dois meses no valor de 30 mil kz, participei no baptismo dos caloiros, paguei o dinheiro da T-shirt 3 mil, tratei o cartão de estudante no valor 2 mil e a quota de 500 da Associação de estudante.

O meu nome constava em todas listas até na Pauta final. O meu nome está fixado na turma 15 com Matrícula número 210378. 



Fisioterapia ao domicílio é na MZ Fisio. Contactos para marcação: 924170321, 998024880


No dia 13 de Outubro do ano corrente, as 13 horas quando fui a busca da T-shirt dos caloiros encontrei uma mensagem no meu Facebook dizendo o seguinte: "ESTÁS EM RISCO DE NÃO PODER ESTUDAR MAIS NO ISCED" a mensagem era do filho da minha amiga, enteado do Senhor Mona Mpanzu (meu ex-Namorado e actual da minha amiga), depois de ter separado com ele por namorar com a melhor minha amiga, o senhor é o actual Director Geral do ISCED.

Ele me conhece muito bem por ser amiga da mãe dele, ignorei a mensagem e o menino insistia em mandar outras SMS dizendo que estava em risco e que a notícia é muito triste porque o padrasto havia prometido remover o meu nome na lista.


Dias depois o meu nome já não estava na lista dos docentes, no DAAC e no sistema, coloquei a preocupação ao Director ele me respondeu que não queria falar comigo, disse para mim ir nos assuntos académicos. Fui para lá e em seguida aparece com duas folhas alegadamente minhas provas e que não poderia estudar porque tinha negativa.

Verifiquei nas folhas apenas reconheci uma que tinha 11,5 valores.


Exigi que devolvessem os meus valores que havia pago no acto das matrículas, no valor de 40 mil uma vez que não poderei estudar já que encontrou-se uma falha, sem sucesso.

Mas lembrando que nesse ano admitiram candidatos com negativas no período pós laboral, uns até nem teste fizeram. 


Recorri ao tribunal com todas provas que tinha, mas sem sucesso novamente, o dinheiro não foi devolvido e nem tão pouco fui reenquadrado no sistema para dar sequência dos estudos" declara a vítima.


O senhor Mona Mpanzo é bastante influente que poderá ter conseguido colocar a justiça a seu favor.


EM ANEXO ESTÁ: a lista de distribuição das turmas, fichas de inscrição e matrícula, comprovativos de pagamentos dos imolumentos, carta dirigida ao sub Procurador da República e as conversas via Facebook do enteado do senhor Mona Mpanzo.








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