Estado Islâmico na reunião da UNITA- Graça Campos


Funcionários indiscretos do Tribunal Constitucional anteciparam-se à surpresa que o G-7 (o grupo dos sete militantes que disputam no Tribunal Constitucional a anulação da reunião da Comissão Política do dia 21 de Outubro, que marcou para os dias 2,3 e 4 de Dezembro a repetição do XIII congresso da UNITA) guardava a sete chaves para convencer a mais alta corte constitucional a arruinar definitivamente as veleidades de Adalberto Costa Júnior de ser eleito presidente do partido.


Encabeçado por José Eduardo, actual secretário provincial da UNITA de Luanda, e integrado, entre outros, por Amaro Caimana Boquelo, Filomena Junqueira,  e Elisbey Bamba Setapi, o grupo pretendia surpreender o Tribunal Constitucional com provas irrefutáveis de como a reunião da Comissão Política decorreu sob forte coação.

Segundo as  fontes do Tribunal Constitucional, as provas incluem imagens audiovisuais e fotográficas. Nelas, seriam visíveis homens fortemente armados com armas apontadas às cabeças dos participantes à reunião.




Fisioterapia ao domicílio é na MZ Fisio. Contactos para marcação: 924170321, 998024880

De acordo ainda com as mesmas fontes, Isaías Samakuva teria conduzido toda a reunião com uma RPG apontada à cabeça. 

Um funcionário do TC, que jura ter visto já parte dessas provas, nas imagens são visíveis homens encapuzados, armados com armas de vários tipos e calibres,  machados e sabres, circulando ameaçadoramente pela sala, para que a reunião terminasse necessariamente com a marcação de uma data de realização do congresso.

“Aqueles homens devem ter  sido treinados pelo Estado Islâmico. Até as suas roupas eram pretas, como as dos terroristas do ISIS”, detalhou uma fonte.

“O Pedro Katchiungo passou toda a reunião com uma sabe colada ao pescoço. O coitado mal podia respirar”, referem.

Para outra fonte,  os juízes conselheiros do Tribunal Constitucional, maioritariamente mulheres, “não deixarão  de se comover perante tão fortes imagens. Presumo mesmo que algumas não vão conseguir deter as lágrimas”.

As fontes do Tribunal Constitucional garantem, também, terem visto muita “água orgânica” escorrendo pelo chão da sala do complexo Sovismo onde decorreu a reunião.

Não foi possível apurar o que as fontes descrevem como “água orgânica”... 

Porém, as fontes do Tribunal Constitucional não encontram nenhuma explicação racional para o facto de um participante, José Eduardo, haver votado contra a marcação do congresso. 

“Na reunião houve um voto contra e sete abstenções. Ninguém sabe como é que essas pessoas saíram vivas daquele ambiente de terror”.

Explicar como José Eduardo e outros saíram ilesos dessa reunião, marcada pelo terror, é que vão ser elas...



Lil Pasta News, nós não informamos, nós somos a informação 

Postar um comentário

0 Comentários