REGIME FRUSTRADO PÕE EM MARCHA PLANO DE DESTRUIR A UNITA POR VIA DA DIVISÃO INTERNA- JOAQUIM NAFOIA



Os verdadeiros membros, militantes, simpatizantes e amigos da UNITA, são chamados a proteger e cerrar fileiras em torno do Mais-Velho Samakuva e o Presidente Adalberto Costa Júnior, ao se constituírem em alvos à abater pelo regime. Está claro que o regime vai descarregando ataques vis a UNITA através de disseminação de ofensas, injúrias, calunias e difamações na vã tentativa de opor o Mais-Velho Samakuva e o Presidente Adalberto Costa Júnior.  

Circulam informações na imprensa que dão conta de um suposto processo-crime contra o Presidente eleito no XIII Congresso da UNITA invalidado pelas ordens superiores do MPLA através do acórdão político 700/2021, emitido pela sua subsidiária chamada - Tribunal Constitucional, sob alegações de tentativa de assassinato de um suposto militante.

Esse tipo de anúncios aos alegados processos visam:

1. Criar instabilidade no país e distrair os angolanos sobre a crise profunda que o País vive;

2. Criar condições para o adiamento das eleições gerais aprazadas para Agosto de 2022;



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3. Distrair os angolanos e disfarçar a crise agoniante que se instalou no seio do MPLA, ante o crescimento da popularidade da UNITA e o seu Presidente Adalberto Costa Júnior;  

4. Incitar o ódio, a confusão e criar alas entre os militantes da UNITA contra o Mais-Velho Samakuva e o Presidente Adalberto Costa Júnior;

5. Dividir na totalidade e desestabilizar a UNITA enquanto partido alternativo;

6. Intimidar, influenciar e condicionar os membros da Comissão política, militantes, simpatizantes e amigos da UNITA a desistirem da decisão de reeleição do Engenheiro Adalberto Costa Júnior;

Por tudo isso, oferece-me dizer perentoriamente que a alegada investigação de um suposto processo dito por anunciar, não terá cabimento e muito menos conteúdo para dar sequência. Porquanto, no âmbito das comemorações do 13 de Março, data da fundação da UNITA, integrei a delegação presidencial a cidade do Uíge que acolheu o acto comemorativo. Tal como os de mais membros de Direcção do Partido, estive ao lado do Presidente Adalberto Costa Júnior e acompanhei todos os momentos de trabalho naquela cidade, até ao nosso regresso. Apraz-me referir que as actividades realizadas pelo Presidente ACJ na cidade do Uíge foram marcadas por afluência de multidão nunca vistos naquelas paragens, o que coroou de bastante êxito e enciumado o regime. 

Entretanto, se incidentes houveram contra um agente provocador, infiltrado ao serviço do regime no meio daquela azáfama de multidão que aí acorrera, com o objectivo de acolher a mensagem do líder, a responsabilidade caso tenha acontecido algo de ilícito, via de regra, pelo princípio da intransmissibilidade do crime, o mesmo deve ou deverá ser imputado a quem o tenha praticado e não a outra pessoa.

Contudo, entendo que se há esse rigor no entendimento da PGR em inverter as leis e o direito reservado, somos a sugerir que sejam também instaurados os competentes processos crimes contra as mortes de cidadãos, ocasionadas por atropelamentos da Caravana do Presidente João Manuel Gonçalves Lourenço nas províncias de Cabinda e Kwanza-Norte. 

Ademais, a ser verdade a notícia da suposta investigação, a PGR e o MPLA estarão a criar um precedente grave e perigosíssimo; porquanto, a partir desse momento, todos os assassinatos praticados pelas forças de defesa e segurança de 2017 até a data actual, os familiares das vítimas e outros cidadãos interessados devem activar os competentes processos-crimes contra o cidadão João Lourenço, na qualidade de Presidente da República e Comandante em Chefe. De realçar que os crimes de homicídio não prescrevem e assim sendo, eis alguns dos factos susceptíveis de processos-crimes contra o Presidente da República João Manuel Gonçalves Lourenço: 

 Genocídio de Cafunfo que culminou com o assassinato bárbaro de Cinquenta e Cinco (55) cidadãos indefesos;

 Assassínio do jovem Inocêncio de Matos na manifestação pacífica realizada em Luanda no mês de Novembro de 2020;

 Assassínio do médico Sílvio Dala, no dia 01 de Setembro de 2020, durante a proclamação do estado de calamidade por não uso da máscara no interior da sua própria viatura;

 Assassínio da senhora Juliana Cafríque, no Bairro Rocha Pinto no decorrer da operação Resgate em 2019;

 Assassínio de Dezanove (19) cidadãos durante o período do estado de emergência sobre a covid-19 em 2020;

 Assassínio de Sete (7) cidadãos na Localidade de Calonda, Província da Lunda-Norte no mês de Maio de 2019;

 Assassínio de Vinte e Um (21) cidadãos no decorrer da Operação Transparência nas Províncias da Lunda-Norte e Lunda-Sul em 2018;

 Assassínio de Catorze (14) cidadãos no decorrer da Operação Resgate entre 2018 e 2019;

 Assassínio de Três (03) sobas no Município do Capenda-Camulemba, Lunda-Norte em 2019;

Portanto, esse tipo de procedimento apenas regride o País e o MPLA deve abster-se dessa prática. Somos todos irmãos da mesma pátria, nada justifica tamanha tacanhez.

Luanda, 17 de Outubro de 2021. –

Atentamente

Joaquim Nafoia

Deputado



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