O papel ridículo dos jornalistas do Jornal de Angola- Eugênio Costa Almeida



Era  conveniente que o Jornal de Angola tivesse mais cuidado – principalmente histórico – no que publica. Mais ainda quando algum erro é relevado na primeira página e mantido no corpo, que, no caso, está na última página.



Será que o Jornal de Angola não tem revisores? Nem jornalistas com conhecimentos históricos? Mais ainda, o JA não tem acesso a sites de “investigação” como o Google, o Opera, o Mozilla, ou o Microsoft Edge, entre outros, e, ou, de informação, como órgãos de comunicação social de especialidade para verificar o erro que reproduzem, repito, quer no título de primeira capa, como no texto da última página e que respigo «O escritor Abdulrazak Gurnah, Nobel da Literatura em 2021, é o primeiro autor negro africano a ser reconhecido pela Academia Sueca em mais de 30 anos, depois do nigeriano Wole Soyinka, laureado nos anos 1980.» conforme portal do JA (    https://www.jornaldeangola.ao/ao/noticias/premio-nobel-da-literatura-atribuido-a-escritor-tanzaniano/).




Fisioterapia ao domicílio é na MZ Fisio. Contactos para marcação: 924170321, 998024880

O nigeriano  WoleSoyinka foi laureado em 1986, ou seja, há menos de 30 anos!!! E ainda é vivo!

Preciosismo? Talvez ( mas Fernando Kawendimba mostra-nos ter havido ainda mais recentes - ver comentário infra)! Mas como não é a primeira vez que situações destas acontecem com o Jornal de Angola, e com alguns dos seus “jornalistas” (em particular um, que de jornalista – sim, com letra minúscula – nada tem).


Era importante que certos assuntos merecessem melhor tratamento pelo principal – ou único – jornal diário do País!!!~

E, já agora, o porquê do sublinhado (meu) “africano negro”? Os outros não merecem a mesma relevância Africana?



Lil Pasta News, nós não informamos, nós somos a informação 

Postar um comentário

0 Comentários