Imprensa pública no «cafrique» do MPLA



O levantamento da AngoBarómetro, que inquiriu angolanos acima dos 18 anos (81,16% dos quais do sexo masculino e 18,84% do sexo feminino) não deixou de parte a avaliação da comunicação social pública, com conclusões que apontam para a existência de uma «democracia defeituosa» em Angola. 




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Segundo o relatório, do total das respostas, 56,08% caracterizam o trabalho da imprensa pública como «parcial e a favor do partido maioritário no tratamento das questões políticas». 


Outros 36,70% pensam que estes órgãos não asseguram «um tratamento equitativo entre as formações políticas concorrentes» e apenas 7,21% consideram a comunicação social pública como «excelente», argumento que «tem contribuído para o fortalecimento do processo democrático» no país. 


«Com estas avaliações negativas dos órgãos de apoio eleitoral, de justiça e de comunicação social, pode-se concluir que o estado de democratização em Angola está deficitário, podendo ser classificado na categoria de ‘democracia defeituosa’», finalizam os analistas.



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