ESQUESITO COMBATE A CORRUPÇÃO- RAMIRO ALEIXO



Perguntei certo dia neste bairro e ninguém respondeu. Por isso volto à ribalta:


Sendo a Sonangol o banco que sustentou a corrupção antes e depois de 2015 e o epicentro dos maiores escândalos, por que razão a mais visada pelo sistema de Justiça muwangolê é Isabel dos Santos, que entrou para a gestão da empresa em 2016/17 e quando ela já vivia um período de grave crise, por sinal, identificada já por um PCA?



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E por que razão, estando já o impulsionador desse combate quase em fim de mandato, os principais visados no combate à corrupção  nunca fizeram parte dos órgãos de gestão dessa empresa que se tornou um símbolo da Nação?


E olhem que, até a manutenção dos geradores da Sonangol, a limpeza das instalações e até a compra de papel higiénico, fez muita gente rica. E eles andam por aí na maior folga a gozar desse dinheiro, enquanto se fustigam zungueiras.


Por essas e outras, é elevado o ceticismo que envolve todo esse processo. É que, nem em relação ao básico, que seria dizer quem ‘cooperou’ e com quanto ‘cooperou’, sabemos seja o que for. Apenas se disse a Nação que, “no âmbito do processo de recuperação de activos, o Estado já recuperou bens imóveis e dinheiro no valor de USD 4.904.007.841,82, sendo USD 2.709.007.842,82 em dinheiro e USD 2.194.999.999,00 em bens imóveis, fábricas, terminais portuários, edifícios de escritório, edifícios de habitação, estações de rádio e televisão, unidades gráficas, estabelecimentos comerciais e outros".


No quadro da isenção, ou melhor, da transparência dos actos públicos, não é exigível que se diga publicamente, de quem se recuperou tudo isso? Ou a Nação não precisa e nem tem esse direito?



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