Assédio a Chivukuvuku- GRAÇA CAMPOS



Na manhã do dia 05, a caminho do Centro de Convencções de Talatona, onde iria subscre FCver a proclamação da Frente Patriótica Unida (FPU), de que é um dos três principais pilares, Abel Chivukuvuku, líder do projecto PRA-JA, recebeu duas chamadas telefónicas. Depois da primeira, do  chefe da Casa Civil do Presidente da República, Abel Chivukuvuku recebeu uma segunda  chamada, essa do chefe do SINSE, general Fernando Garcia Miala.

Em ambas chamadas, os dois interlocutores pediram o mesmo de Abel Chivukuvuku: desistir da FPU para receber, em troca, o reconhecimento, pelo Tribunal Constitucional, do seu partido.




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Com a elevação que lhe é conhecida, Chivukuvuku mandou a ambos "dar um passeio" e foi assinar o documento que proclamou a FPU.

As desesperadas diligências dos dois altos servidores públicos destaparam duas realidades:

a) os entraves que o Tribunal Constitucional colocou à legalização do PRA-JA foram forjados. Não têm nada a ver com assinaturas incompletas ou qualquer outro procedimento administrativo irregular;

b) Afinal, não estava a falar a sério quando, em alusão à criação da FPU, o Presidente João Lourenço disse que vizinhos e amigos podiam juntar-se e dessa união não resultaria qualquer ameaça ao MPLA.

As diligências de Adão de Almeida e Fernando Miala junto de AC demonstram que a FPU está a perturbar o sono de alguém...



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