MPLA “ganha” 31 deputados e UNITA 4, com nova divisão política e administrativa



O grande beneficiado da nova divisão política e administrativa (DPA) é o MPLA, que dos 35 novos deputados, “açambarca” 31 e aumenta a sua representatividade na Assembleia Nacional, enquanto a UNITA, segundo partido mais votado nas últimas eleições, ganha apenas 4 deputados.


A conclusão é do académico Carlos Rosado, que apresentou hoje, num programa radiofónico, um estudo no âmbito da DPA, e baseado nos resultados eleitorais de 2017.


Se aprovada como está proposta pelo Executivo, a nova DPA, o país passa a ter mais 7 províncias, o correspondente a novos 7 círculos eleitorais, sendo que cada círculo eleitoral (provincial) tem direito a 5 acentos parlamentares, não importando a sua densidade populacional.



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Prevê a proposta, que as províncias do Cuando Cubango, Lunda Norte e Uíge, se desdobrem em duas, enquanto Moxico e Malange, em 3, coincidentemente, províncias onde o MPLA teve resultados mais expressivos.


Com a nova DPA o MPLA passaria a ter 71 por cento dos acentos parlamentares. Segundo Carlos Rosado, o aumento acontece porque os círculos eleitorais provinciais, independentemente do número de eleitores, elegem 5 deputados, enquanto o círculo nacional permanece com 130 deputados.


Considerando os círculos eleitorais provinciais, províncias com menos de 23 mil habitantes, com a DPA, vão eleger 5 deputados como a província de Luanda, que tem cerca de 2 milhões.


A nova DPA, acarreta custos, que o autor do estudo entende que devem ser avaliados para se aferir se os benefícios compensam.


Fruto das eleições de 2017, o MPLA tem actualmente 150 acentos parlamentares, a UNITA 51, a CASA-CE 16, A FNLA e o PRS com 1 cada.


MPLA “ganha” 31 deputados e UNITA 4, com nova divisão política e administrativa


O grande beneficiado da nova divisão política e administrativa (DPA) é o MPLA, que dos 35 novos deputados, “açambarca” 31 e aumenta a sua representatividade na Assembleia Nacional, enquanto a UNITA, segundo partido mais votado nas últimas eleições, ganha apenas 4 deputados.


A conclusão é do académico Carlos Rosado de Carvalho, que apresentou hoje, num programa radiofónico, um estudo no âmbito da DPA, e baseado nos resultados eleitorais de 2017.


Se aprovada como está proposta pelo Executivo, a nova DPA, o país passa a ter mais 7 províncias, o correspondente a novos 7 círculos eleitorais, sendo que cada círculo eleitoral (provincial) tem direito a 5 acentos parlamentares, não importando a sua densidade populacional.


Prevê a proposta, que as províncias do Cuando Cubango, Lunda Norte e Uíge, se desdobrem em duas, enquanto Moxico e Malange, em 3, coincidentemente, províncias onde o MPLA teve resultados mais expressivos.


Com a nova DPA o MPLA passaria a ter 71 por cento dos acentos parlamentares. Segundo Carlos Rosado, o aumento acontece porque os círculos eleitorais provinciais, independentemente do número de eleitores, elegem 5 deputados, enquanto o círculo nacional permanece com 130 deputados.


Considerando os círculos eleitorais provinciais, províncias com menos de 23 mil habitantes, com a DPA, vão eleger 5 deputados como a província de Luanda, que tem cerca de 2 milhões.


A nova DPA, acarreta custos, que o autor do estudo entende que devem ser avaliados para se aferir se os benefícios compensam.


Fruto das eleições de 2017, o MPLA tem actualmente 150 acentos parlamentares, a UNITA 51, a CASA-CE 16, A FNLA e o PRS com 1 cada.

Luanda Post 



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