General Miala é o principal patrocinador dos músicos e outros fazedores de cultura em Angola, denuncia Adalberto Costa Júnior



Estas declarações foram proferida neste domingo, 26, pelo presidente da União Nacional para Independência Total de Angola (UNITA), Adalberto Costa Júnior, durante a palestra sobre “Angola e os Desafios da Democracia”, realizada pelo Projecto Agir, no município de Cacuaco, em Luanda.


Embora o foco da abordagem desta assembleia comunitária estava mais direccionado às eleições autárquicas, eleições gerais e governação sustentável, o político manifestou que todos os cidadãos são seres culturais.


“Temos o mau hábito de partidarização da cultura, dos profissionais da arte, a vários níveis. Não estamos de acordo com essas práticas, onde o chefe dos serviços de inteligência é o patrono dos movimentos culturais dos músicos. Isso faz um mal terrível a todos. O que um chefe dos serviços de inteligência tem a ver com isso?”, denunciou com indagação o político, acrescentando que é uma pratica que se procedeu e o povo tem domínio da informação como uma realidade que não se pode ter medo de denunciar.




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Respondendo a questão colocada pela nossa equipa de reportagem, o responsável da maior força da oposição referiu que trata-se de uma prática que não se deve repetir porque ser negativa. “Não devemos ser um movimento oficial dos músicos oficiais do regime que depois são bem sustentados e com a exclusão de outros. Qualquer músico tem direito a opções políticas e deve ser respeitada por isso. Mas o Estado tem de ser um que abraça todos por igual”, sustentou o antigo chefe da bancada parlamentar do Galo Negro, explicando igualmente que a organização que dirige não é apologista dos movimentos oficiais de músicos do partido e trabalha para diminuir o peso do Estado do excessivo no protagonismo nas acções.  


Sobre o agradecimento aos músicos que fizeram parte da última manifestação convocada pela sua organização política, que o Portal Marimba Selutu noticiou, Costa Júnior, fez saber que se deve respeitar os cidadãos que que são artistas e decidem em determinado momento prestar uma ajuda ao seu partido. “Isso é livre e é absolutamente normal. E o comunicado de imprensa foi um agradecimento àqueles profissionais da arte, particularmente os músicos que solidarizaram por eleições livres, justas e transparentes”, frisou o prelector que é apologista da economia de mercado, clarificando que não houve representação de teatro e nem peças de um artista plástico.


Questionado sobre o programa político da UNITA em relação à Cultura, Adalberto costa Júnior afirmou que a sua organização está a melhorá-lo e comtempla aspectos e arrumação de políticas relacionadas à Cultura. “Mas o papel de quem governa não é de dar dinheiro às pessoas, mas de trabalhar no sentido de promover uma legislação isenta e universal, direccionada à defesa dos interesses e de um crescimento equilibrado de desempenho da Sociedade”, o político que entende os governantes precisam garantir que os artistas tenham acesso às oportunidades, potenciar o desenvolvimento e a competição salutar das empresas.



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