Directora de Conformidade do Banco BAI marginaliza e maltrata funcionários



O Banco Angolano de Investimentos (BAI) volta a ser manchete, e desta vez pela negativa, após uma responsável de área reiteradas vezes maltratar, chantagear, intimidar e denegrir funcionários daquela direcção.


A referida responsável que atende pelo nome de Nádia Santos Victorian é a responsável pela Direcção de Conformidade do Banco há pouco mais de 1 ano, e a mesma assume-se como tendo o “Rei na Barriga”.


Responsável por uma das Direcções mais importantes da Banca, é tida como sendo bastante arrogante, dona de si mesma e da verdade absoluta e de difícil trato até para os seus pares (directores de áreas afins), conforme depoimentos.




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A mesma precipitou um processo de saída de cerca de 5 funcionários seniores altamente qualificados, e com um tempo de casa superior a 15 anos, por rescisão de contrato com a Instituição, por alegadamente não partilharem de pontos de vista ou com a opinião da mesma, numa altura em que a Direcção contava apenas com menos de uma dúzia de técnicos, mandando assim para o desemprego mais pessoas, numa altura em que a situação em Angola vislumbra-se delicada, tudo isto diante do olhar sereno da actual Administração. "Não se formam funcionários com 20 anos de casa do dia para a noite…"Por se tratar de funcionários seniores e experientes, esta fonte fez-nos saber que os funcionários demitidos estão a ser absorvidos rapidamente pelo mercado.


“Em termos proporcionais, a nossa direcção hoje sofreu mais com despedimentos, do que qualquer outra direcção do Banco. Somos apenas 12, não há esta necessidade…Se os altamente qualificados foram demitidos, o que será de nós...? Aguns eram tidos como sendo próximos a ela, sendo outros com competências diversas, entre juristas, docentes, advogados e quadros com preparação diversa.

 

"Nos últimos tempos, concluí que estamos diante de alguém com desequilíbrios emocionais graves, longe de se afirmar como líder e que está a frente dos destinos da direcção", disse outra fonte próxima recém chegada.


De tamanha insensibilidade, dissimulação e adepta ao choque extremo, dizem que Nádia Victorian esteve na base da exoneração do antigo responsável pela mesma Direcção, Ulengo Gaspar, por formas a assumir a liderança e assim eliminar todos os adeptos do anterior responsável, dando avaliações negativas constantes, processos disciplinares, entre outros, afirma fonte.

“É uma injustiça, na medida em que os processos são e foram levados conforme a vontade da mesma. É o segundo processo disciplinar em tão pouco tempo”, disse fonte.


Nádia Victorian, cujo carácter é vingativo, reserva tamanho rancor que, quando o tema foi levado a atenção do Presidente da Comissão Executiva, foi feita uma reunião com a área e na presença da Directora, sendo que “nós tivemos apenas que concordar com o que fosse, sob pena de seguirmos o mesmo caminho. Nesta altura, tudo o que queremos é entrar em acordo com a Instituição, para que nos seja dada a nossa indemnização e vamos a procura de outros desafios. É preferível do que permanecer aqui. Já não há clima e vivemos intimidados ”, disse a mesma fonte.


Nádia Victorian, que assume um cargo inclusive na igreja onde frequenta, diz estar protegida acima de tudo pelo seu Deus, mantendo-se intocável, e ditando as regras do jogo conforme vontade expressa da mesma, num banco que vem sendo notícia nos últimos tempos.


Quo vadis Banco BAI?  Quo vadis Angola?



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